
Os serviços prestados relacionados aos riscos psicossociais estão diretamente ligados às diretrizes e requisitos estabelecidos pelas Normas Regulamentadoras (NR), especialmente a NR-1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais – GRO) e a NR-17 (Ergonomia), que agora incluem expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais.
Consultoria e Suporte Técnico Especializado em Riscos Psicossociais
Prestamos auxílio de profissionais com o conhecimento técnico necessário para organizações que não possuem conhecimento ou experiência na identificação e avaliação dos fatores riscos psicossociais.
Elaboração e Implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e Avaliação Ergonômica
Os riscos psicossociais devem ser integrados ao PGR, e a gestão da ergonomia, que os inclui, é obrigatória para todas as organizações.
Desenvolvimento e Implementação de Medidas Corretivas e Preventivas
Após a avaliação dos riscos, devem ser adotadas, aprimoradas ou mantidas medidas de prevenção, seguindo uma hierarquia de prioridade: eliminação do perigo, minimização e controle com medidas de proteção coletiva, medidas administrativas ou de organização do trabalho, e por último, medidas de proteção individual.
Treinamento e Capacitação de Trabalhadores
Noções sobre fatores de risco psicossociais: Causas, efeitos na saúde (mental, osteomuscular, vocal, auditiva, visual) e medidas de prevenção.
Suporte à CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio)
A CIPA tem um papel fundamental na prevenção e combate ao assédio e outras formas de violência no trabalho.

Identificação de Perigos e Avaliação de Riscos
Ajuda na identificação de perigos como assédio, má gestão de mudanças organizacionais, baixa clareza de papel, falta de suporte, baixo controle/autonomia, excesso ou baixa demanda, más relações no trabalho, trabalho em condições de difícil comunicação e trabalho remoto/isolado, e suas possíveis consequências para a saúde.
Seleção de Ferramentas e Metodologias
Orientação na escolha de ferramentas e técnicas de avaliação de riscos adequadas à circunstância, como observação da atividade de trabalho, diálogo com o trabalhador, pesquisas padronizadas (garantindo anonimato), ou oficinas.
Estabelecimento de Critérios de Avaliação
Auxílio na definição e documentação dos critérios para gradações de severidade, probabilidade, níveis de risco, classificação de riscos e tomada de decisão, tornando o processo transparente.
Apoio na Coleta de Informações
Suporte no levantamento de informações sobre o estabelecimento, processo produtivo, postos de trabalho e dados de saúde ocupacional (afastamentos, CAT, PCMSO), que subsidiarão a identificação e avaliação dos riscos psicossociais.

Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP)
Realização da AEP, que é a abordagem inicial para identificar perigos, avaliar riscos e implementar medidas de prevenção, sendo obrigatória para todas as empresas, mesmo as dispensadas de PGR (ME e EPP, grau de risco 1 e 2).
Análise Ergonômica do Trabalho (AET)
Condução da AET em situações que demandam uma avaliação mais aprofundada, como inadequações das ações adotadas, sugestões do acompanhamento de saúde dos trabalhadores ou indicação de causas em análises de acidentes e doenças. A AET deve abordar as condições de trabalho e as etapas de análise das tarefas, atividades e situações de trabalho.
Integração de Riscos Psicossociais no PGR
Elaboração do PGR que contemple os fatores de riscos psicossociais, incluindo-os no inventário de riscos.

Alteração da forma de execução ou organização da tarefa
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Aumento da autonomia e flexibilização de horário
para autoconhecimento e equilíbrio emocional
Implementação de pausas adequadas e regulares
garantindo que as pausas sejam feitas fora do posto de trabalho para recuperação psicofisiológica e interação social. No teleatendimento, são previstas pausas específicas.
Qualificação continuada dos trabalhadores
para o bom cumprimento das tarefas e distribuição uniforme do trabalho.
Alternância de atividades
para variar posturas, grupos musculares ou ritmo de trabalho.
Priorização de tarefas
classificando por urgência e importância, com apoio gerencial para definição de metas realistas e delegação.
Alteração da forma de execução ou organização da tarefa
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Minimização de conflitos e ambiguidades de papéis
Clareza nas diretrizes de ordens, autonomia para resolução de problemas e autorização para transferência de chamadas.
Compatibilização de metas com as condições de trabalho e tempo oferecidos.
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Consideração das repercussões na saúde em sistemas de avaliação de desempenho
evitando métodos que causem assédio moral ou constrangimento.
Informar trabalhadores com antecedência sobre mudanças no processo de trabalho
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Inclusão de regras de conduta
sobre assédio sexual e outras formas de violência nas normas internas da empresa, com ampla divulgação.
Fixação de procedimentos
para recebimento e acompanhamento de denúncias, apuração dos fatos e aplicação de sanções, garantindo anonimato.
Realização de ações de capacitação, orientação e sensibilização
sobre violência, assédio, igualdade e diversidade, no mínimo a cada 12 meses, para todos os níveis hierárquicos.

Noções sobre fatores de risco psicossociais
causas, efeitos na saúde (mental, osteomuscular, vocal, auditiva, visual) e medidas de prevenção.
Utilização correta de equipamentos e ajustes de posto de trabalho
Treinamentos iniciais, periódicos e eventuais
conforme as necessidades e mudanças na organização do trabalho.

Capacitação dos membros da CIPA sobre os temas de assédio e violência
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Apoio na inclusão de temas de assédio e violência
nas atividades e práticas da CIPA
Auxílio no acompanhamento da identificação de perigos e avaliação de riscos
assim como na adoção de medidas de prevenção implementadas pela organização.
Registro da percepção de riscos dos trabalhadores
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